Segundo o MP, o crime ocorreu no dia 5 de dezembro, quando a patroa levou a vítima para um local ermo, onde a agrediu violentamente na cabeça com um bloco de cimento, causando a morte. Após o assassinato, a suspeita jogou entulho sobre o corpo para ocultá-lo.
Ainda conforme a investigação, a mulher pegou o celular da vítima e passou a enviar mensagens fingindo ser Lucinete, afirmando que estaria viajando para o Algarve com uma amiga, numa tentativa de evitar desconfianças sobre o desaparecimento.
Lucinete morava em Portugal havia cerca de sete meses e trabalhava como babysitter do filho da suspeita. Ela estava desaparecida desde o dia do crime, e o corpo foi encontrado em uma área de mata nos arredores de Lisboa.
A patroa foi presa no dia 18 de dezembro e apontada como principal suspeita. O Ministério Público informou ainda que as duas mantinham uma relação conflituosa.
A mulher foi denunciada pelos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver, detenção de arma proibida e falsidade informática. No Brasil, os crimes equivalentes são homicídio qualificado, ocultação de cadáver, porte ilegal de arma e falsidade ideológica.
redação: ddc
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