Indignado, Adriano pediu a devolução imediata do dinheiro e deixou um recado direto aos criminosos:
“Não mexam com a minha família.”
A mensagem divulgada pelo ex-atacante mostra que o golpista não tentou enganar apenas sua mãe. Outras pessoas também teriam sido abordadas com a mesma história, reforçando um golpe que tem se tornado cada vez mais comum: criminosos se passam por parentes ou pessoas conhecidas alegando urgência financeira.
O caso reacende o alerta sobre o crescimento dos crimes de estelionato no Brasil. Somente no estado do Rio de Janeiro, de acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), quase 147 mil casos de estelionato foram registrados em 2025, o que representa uma média assustadora de 17 golpes por hora.
Especialistas reforçam que, diante de qualquer pedido de dinheiro por mensagens ou ligações, é fundamental confirmar a identidade da pessoa, desconfiar de urgências e evitar transferências sem checagem prévia.
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